Joseph Blatter ridicularizou Cristiano Ronaldo durante uma conferência em Inglaterra e elogiou Lionel Messi, afirmando que preferia que fosse o internacional do Barcelona a vencer da Bola de Ouro. Com esta atitude o presidente da FIFA ofendeu o internacional português, o futebol português e os portugueses em geral. Ao assumir uma posição pública de favoritismo por um determinado jogador, Blatter influenciou claramente a decisão. Esta postura demonstra bem a corrupção que gira à volta do futebol mundial, na atribuição de organizações de grandes eventos e de prémios relevantes para a carreira de jogadores e de treinadores. Razão teve José Mourinho quando denunciou publicamente toda esta encenação aquando da eleição para o melhor treinador. Este incidente devia, só por si, ser suficiente para afastar Blatter do cargo de Presidente da FIFA, uma vez que tem demostrado ao longo dos anos não ter o perfil adequado à função, dado que não respeita os mais elementares princípios éticos.