Foi uma semana de desnorte no PSD, senão vejamos:
Passos Coelho ia apresentar o livro do Saraiva – que ia sim senhor que não volta com a palavra atrás - mas afinal não vai. Em comunicado enviado à agência Lusa, a editora Gradiva afirma que o ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho «pediu ao autor, por motivos pessoais, para o desobrigar de estar presente na sessão de lançamento do livro», que estava agendada para dia 26, às 18h30, no El Corte Inglês, em Lisboa;
Os cortes das subvenções dos partidos que queriam ver repostos, mas afinal já não querem: Primeiro, o secretário-geral do PSD mostra-se a favor do fim dos cortes aos partidos. Agora, avança com uma proposta de alteração à lei do financiamento dos partidos precisamente para tornar os cortes na subvenção dos partidos e no financiamento das campanhas eleitorais cortes permanentes.
Afinal, Isaltino Morais foi mesmo abordado pelo PSD para se candidatar a Oeiras. O Expresso já tinha dado a notícia, o coordenador autárquico do PSD, Carlos Carreiras, desmentiu, mas Isaltino confirmou o convite. E diz que recusou.
O imposto sobre a tributação do património, defendido por Mariana Mortágia e criticado pelos partidos de direita, já havia sido proposto por Pedro Passos Coelho há dois anos. Parece mentira mas é verdade.
Mas, nada que nos surpreenda, uma vez que já sabíamos, pelo passado recente, que a coerência não era um forte deste PSD de Passos Coelho!