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Paulo Bento anunciou, esta segunda-feira, a lista de 23 jogadores portugueses convocados para o Mundial2014, no Brasil, numa conferência de imprensa realizada na sede da Federação Portuguesa de Futebol (FPF). Portugal integra o Grupo G do Mundial2014, em conjunto com a Alemanha, frente à qual se vai estrear, a 16 de junho, em Salvador, os Estados Unidos, que vai defrontar a 22, em Manaus, e o Gana, último adversário na primeira fase de prova, a 26, em Brasília.
Da lista de pré-convocados, o selecionador português foi obrigado a abdicar de sete jogadores: Anthony Lopes, Antunes, Rolando, João Mário, Ivan Cavaleiro, André Gomes e Quaresma, ficando agora reduzida aos 23 internacionais, que começarão já a esta semana a juntar-se em Óbidos a preparar o campeonato do mundo de futebol. Surpresa também na baliza, com Anthony Lopes a ser o 'sacrificado', tendo Bento optado pelo arsenalista Eduardo.
Os benfiquistas André Almeida e Ruben Amorim e os arsenalistas Rafa e Éder fazem parte da lista final. Quem não faz parte desta lista é Ricardo Quaresma (FC Porto) e André Gomes (Benfica).
Eis os 23 convocados de Portugal:
Guarda-redes - Eduardo (SC Braga), Beto (Sevilha) e Rui Patrício (Sporting)
Defesas - André Almeida (Benfica), Bruno Alves (Fenerbahçe), Fábio Coentrão (Real Madrid), João Pereira (Valência), Neto (Zenit), Pepe (Real Madrid) e Ricardo Costa (Valência).
Médios - João Moutinho (Mónaco), Miguel Veloso (D. Kiev), Raul Meireles (Fenerbahçe), Rúben Amorim (Benfica) e William Carvalho (Sporting)
Avançados - Cristiano Ronaldo (Real Madrid), Éder (SC Braga), Hélder Postiga (Lazio), Hugo Almeida (Besiktas), Nani (Manchester United), Rafa (SC Braga), Varela (FC Porto) e Vieirinha (Wolfsburgo).
Evidentemente que também eu gostava de ver um ou outro jogador incluído neste grupo. Gostava que o Adrien Silva tivesse sido convocado. Preferia o Carlos Mané ao Rafa. Mas também sei que é impossível agradar a todos, afinal há em cada um de nós um treinador de bancada. Ora Paulo Bento como selecionador nacional tem obviamente toda a legitimidade de escolher aqueles atletas que bem entende para levar ao Mundial, aqueles que melhores garantias lhe dão de poder representar melhor a seleção nacional. Afinal é ele que «dá o corpo às balas» e no final será o responsável pelo resultado alcançado.