Uma centena de dirigentes de cargos intermédios da Função Pública foi nomeada nos dias que antecederam as eleições legislativas. O Ministério da Defesa surge no topo da lista com 36 nomeações.
As nomeações foram realizadas pelo executivo de Passos Coelho, o mesmo que decidiu alterar o Estatuto do Pessoal Dirigente com o objetivo de proibir nomeações para cargos de topo da Função Pública depois de convocadas eleições. Porém, esta alteração apenas se refere aos dirigentes de topo e não a cargos intermédios, que não passam pelo crivo da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP).