O primeiro-ministro havia admitido que a execução das medidas de austeridade para 2014 poderia provocar um "choque de expectativas" e pediu para que todos aqueles que se envolvem no debate público, não contribuírem para esse efeito. Agora percebe-se a razão desta recomendação. É que ontem falava-se num corte de 5% nos salários dos funcionários públicos. Hoje, já se fala que o corte nos salários poderá atingir os 10%.