(imagem retirado do Público)
O “cansaço da austeridade” começa a manifestar-se. Agora são responsáveis alemães que vêm censurar os planos de austeridade impostos, num momento em que o número de desempregados na Europa atingiu os 25 milhões de cidadãos. A crítica de Berlim dirige-se fundamentalmente à Comissão Europeia e ao seu presidente, o que não deixa de ser curioso, uma vez que a imagem de Angela Merkel aparece como o "rosto da austeridade” na Zona Euro que, para a chanceler, significa basicamente manter o equilíbrio das contas públicas. Por isso, muitos esperam que após as eleições de Setembro, Merkel possa sair enfraquecida, permitindo aliviar a carga de austeridade dos países europeus.